A indústria dos games movimenta bilhões de dólares anualmente e os jogos digitais fazem parte da vida cotidiana das pessoas, alocados em consoles, computadores, celulares e tablets. Entre as muitas preocupações que surgiram com relação ao uso desses aparelhos e jogos, uma têm se destacado na literatura mundial: a dependência de games. Esse diagnóstico é dado a pessoas que preferem a vida virtual do jogo à vida presencial. Ao jogarem de maneira intensa e muito frequente, deixam de lado outras atividades importantes das suas vidas, até o ponto de apresentarem problemas significativos de sociabilidade e de saúde, em decorrência do excessivo investimento de tempo nos games. Em tempos atuais, a dependência de jogos pode ser considerada uma epidemia? Ou nos deparamos com mais um episódio social de pânico moral? Apesar da existência do diagnóstico de dependência em jogos, ainda há muito que se compreender sobre este tema. Este livro discute como este diagnóstico foi estabelecido, suas bases científicas e polemiza: sob esta perspectiva não estaríamos tolhendo talentos do novo universo dos esportes eletrônicos? E as famílias, como lidam com estes comportamentos e seus riscos? Mais que respostas, os autores procuram trazer provocações e reflexões para discutir este tema. (Saiba mais). Como citar este livro: FORTIM, Ivelise (Org.). SANTAELLA, Lucia. Games viciam. Fato ou ficção?; São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2020. Para comprar acesse o Link.
Os dados do II Censo são apresentados no MICBR
Luiz Ojima Sakuda, Ivelise Fortim e o pesquisador Pedro Santoro Zambon apresentam os dados do II Censo IBJD no MIC BR Os dados parciais publicados recentemente pelos sócios da Homo Ludens, Luiz Ojima Sakuda e Ivelise Fortim e pelo pesquisador Pedro Santoro Zambon no...




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