A indústria dos games movimenta bilhões de dólares anualmente e os jogos digitais fazem parte da vida cotidiana das pessoas, alocados em consoles, computadores, celulares e tablets. Entre as muitas preocupações que surgiram com relação ao uso desses aparelhos e jogos, uma têm se destacado na literatura mundial: a dependência de games. Esse diagnóstico é dado a pessoas que preferem a vida virtual do jogo à vida presencial. Ao jogarem de maneira intensa e muito frequente, deixam de lado outras atividades importantes das suas vidas, até o ponto de apresentarem problemas significativos de sociabilidade e de saúde, em decorrência do excessivo investimento de tempo nos games. Em tempos atuais, a dependência de jogos pode ser considerada uma epidemia? Ou nos deparamos com mais um episódio social de pânico moral? Apesar da existência do diagnóstico de dependência em jogos, ainda há muito que se compreender sobre este tema. Este livro discute como este diagnóstico foi estabelecido, suas bases científicas e polemiza: sob esta perspectiva não estaríamos tolhendo talentos do novo universo dos esportes eletrônicos? E as famílias, como lidam com estes comportamentos e seus riscos? Mais que respostas, os autores procuram trazer provocações e reflexões para discutir este tema. (Saiba mais). Como citar este livro: FORTIM, Ivelise (Org.). SANTAELLA, Lucia. Games viciam. Fato ou ficção?; São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2020. Para comprar acesse o Link.
Radar AgTech 2020: Homo Ludens faz um convite para você!
Radar AgTech Brasil 2020 cadastra startups até 3 de novembro Startups que inovam para o setor agropecuário têm até o dia 3 de novembro para marcar presença na versão 2020 do Radar AgTech Brasil, que reúne informações sobre o segmento. A participação é gratuita e basta...




0 comentários